Domingos GonçalvesMaria FernandesJoao Alberto (filho) Maria de Almeida

Manuel Fernandes SimoesMarcelina de Alvarenga

Antónia de Alvarenga

f a m í l i a
Filhos(as) com:
Manuel Ferreira Feital

Irmãos(ãs):
Francisco Fernandes Simoes

Filhos(as):
António Ferreira Feital
Antónia de Alvarenga
  • Nascimento: 1698, Freguesia de N. S. da Ajuda de Sernambetiba (Sarnambitiba), S. António de Sá, Rio de Janeiro, Brasil
  • Casamento: 07 Feb 1718, S. António de Sá, Rio de Janeiro, no oratório de Manuel Fernandes Simões, pai de Antónia, com Manuel Ferreira Feital
  • Falecimento: 1782, Rio de Janeiro
  • Referência(s): Autos de habilitação de D. Ana Isabel de Noronha Feital 1788

    Nascida na Freguesia de N. S. da Ajuda de Sernambetiba (Sarnambitiba), batizada no dia 20 de maio de 1698, foram padrinhos Joao Gomes dos Santos e Maria de Alvarenga. Filha de MANUEL FERNADES SIMOES, nascido na Freguesia de Gilmonde, Barcelos, Portugal e MARCELINA DE ALVARENGA, nascida na Freguesia de N.S. da Ajuda de Sernambetiba. Irma de Francisco Fernandes Simoes, nascido na Freguesia de N.S. da Ajuda de Sernambetiba, batizado em 14 de janeiro de 1701. Habilitado de genere, Rio de Janeiro, 1723. Bacharel em Canones pela Universidade de Coimbra, formado 1731. Morador em 1735 na rua Direita do Carmo. Foi Familiar do Santo Oficio por carta de 12 de maio de 1745; Reitor do seminario do Rio de Janeiro em 1745. Comissario do Santo Oficio em 1761. Residiu também em Macacu.

    DOMINGOS GONçALVES: nascido na Freguesia de Gilmonde, Barcelos, Portugal e casado com MARIA FERNANDES, nascida na Freguesia de Sao Tiago de Vila Seca, Barcelos, Portugal, pais do Manuel Fernandes Simoes mencionado acima.

    Fontes: Quarto Oficio Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, 1735 - Torre do Tombo: Habilitaçao ao Santo Oficio de Francisco Fernandes Simoes M65 numero 1237/1745/Arquivo Nacional Oficio 1752.

    "[Capela de] N. Senhora de Nazareth, construida no mesmo bairro de Iriry por Manoel Ferreira Feytal, e sua mulher Antonia de Alvarenga, em virtude de um Breve Apostólico de 14 de julho de 1733, sentenciado à 29 de outubro do anno seguinte: principiou em uso depois de benzida à 15 de dezembro immediato" (Fonte: Memórias históricas do Rio de Janeiro e das provincias... t.3-4, Araujo, José de Sousa Azevedo Pizarro e, 1753-1830, p. 156-157)

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